Amvarp se junta aos produtores de tabaco em mobilização desta segunda-feira
- nascimentojornalis2
- há 13 horas
- 2 min de leitura
Entidade regional participa de ato promovido pela FETAG-RS em Santa Cruz do Sul e reforça apoio institucional à cadeia produtiva do tabaco e aos municípios produtores; situação dos produtores preocupa gestores da região

Santa Cruz do Sul – A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) apoia a da mobilização promovida pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) em defesa da cadeia produtiva do tabaco, nos atos marcados para nesta segunda-feira, 25 de maio. A mobilização ocorre em frente ao Parque da Oktoberfest, reunindo produtores, lideranças e representantes institucionais em um movimento de valorização da agricultura familiar e de fortalecimento de uma atividade diretamente ligada à economia de dezenas de municípios da região.
A adesão dos prefeitos, por meio da entidade, ocorre em um momento considerado estratégico para ampliar o debate sobre os desafios enfrentados pelos produtores e reforçar a relevância econômica e social da cadeia produtiva do tabaco para o desenvolvimento regional. Nos municípios do Vale do Rio Pardo, a atividade movimenta empregos, renda, arrecadação e sustenta milhares de famílias no meio rural, além de impulsionar setores ligados ao comércio, serviços, transporte e indústria.
O presidente da Amvarp, Benito Fonseca Paschoal, prefeito de Encruzilhada do Sul, destaca que o apoio institucional da entidade representa a defesa direta dos municípios produtores e da própria sustentabilidade econômica regional. “A cadeia produtiva do tabaco possui uma importância histórica e econômica muito forte para os nossos municípios. Quando defendemos o produtor rural, estamos defendendo empregos, arrecadação, desenvolvimento local e a permanência de milhares de famílias no campo. A Amvarp compreende a dimensão desta atividade e participa deste movimento ao lado dos produtores e das entidades representativas”, afirma Paschoal.
Segundo o dirigente, os reflexos da cadeia produtiva do tabaco ultrapassam o meio rural e impactam diretamente a capacidade de investimento e manutenção dos serviços públicos nos municípios produtores. “Quando o campo vai bem, os municípios conseguem manter a economia aquecida, fortalecer a arrecadação e ampliar a capacidade de atendimento à população. Quando existem dificuldades no setor produtivo, isso também chega às administrações municipais, afetando diretamente a receita e a capacidade de execução de serviços essenciais. Por isso, esta mobilização também representa a defesa da estabilidade econômica dos municípios e da sustentabilidade das comunidades do interior”, complementa o presidente.




Comentários